quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

30 anos de ordenação Sacerdotal

Muitos Padres da região e amigos viera para festejar junto com o Padre Wilson Lobo seus 30 anos de Ordenação Sacerdotal







segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Bento XVI anuncia sua renúncia como Papa


O Papa Bento XVI anunciou nesta segunda-feira, 11, que vai renunciar à sua função como Papa no dia 28 de fevereiro. Veja abaixo o texto integral do anúncio: 


Caríssimos Irmãos,

"Convoquei-vos para este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.

Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus".

Vaticano, 10 de Fevereiro de 2013.

Bento XVI

http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=288673

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Pescador de vida


Era uma vez uma tribo, lá no meio do meio da floresta amazônica. 

Era uma tribo triste e sem vida. Os indiozinhos eram pobres, pobres, famintos e raquíticos. 

Seus pais estavam desanimados, pois há muito o rio não dava peixes e nem suas lavouras estavam mais dando frutos. Era uma terra desanimada e infeliz. 

Paitacá, um menino assim da idade de vocês não se conformava com a situação da sua tribo. Sabia pelo pai de seu pai, que antes tudo era muito bom, tinha-se muita fartura, cultivavam grandes plantações e a terra devolvia o carinho em forma de muitos e muitos frutos. A tribo banqueteava com a fartura dançando ao redor da fogueira, mas, um dia, por causa de um cacique mau que entrou para a liderança da tribo, tudo se acabou. Ele semeou a desigualdade, a discórdia, queria que cada família produzisse pra si, proibiu as festas, impediu que dançassem. 

As famílias desnorteadas caçavam sem parar sem preservar a natureza, pois o cacique vendia peles e carnes aos brancos. Com isso, os bichos fugiram, muitos foram extintos e outros tantos agora só sabiam se esconder.

As plantações ralearam porque quem plantava só plantava pouco... Assim, logo as plantações acabaram os rios foram poluídos pela procura de ouro e de pedras preciosas afugentando também os peixes. E com toda essa desorganização, o cacique não podendo mais furtar nada da terra foi-se embora pra bem longe, explorar outros índios.

Paitacá então teve uma idéia procurou agora pelo cacique pai e pediu a ele que o deixasse partir à procura de outros índios para que pudessem ajudar aos seus a ter mais coragem, a trabalhar a terra, a encher os rios com vida e plantar com alegria as terras abandonadas. 

O cacique que era bom, mas que não acreditava muito na mudança, disse a Paitacá que fosse, mas que para que ele não desanimasse na sua busca, que levasse o sinal da tribo... Uma cruz que lembrava o sacrifício de certo homem, pescador de outros homens e que mudou a vida do mundo. 

Paitacá agradeceu e o cacique o abençoou. 

Logo pela manhã bem cedinho, despediu-se de seus pais e foi à procura de homens do bem que pudesse ajudá-los na missão de devolver à vida aquela tribo tão sem esperança.

O indiozinho subiu colinas, desceu serras, enfrentou fome e frio.

Sob o sol escaldante, ele andou. Seus pés inchados, cansados e feridos não eram empecilhos para seu objetivo. 

Enfrentou noites sombrias, ventanias, tempestades e calmarias. Teve medo... .Teve dor, mas não desanimou. Lutou até com onça brava e sob fugir de urso nervoso. Sabia que seu sacrifício ajudaria seu povo e encontraria, com certeza, índios de boa vontade que o ajudaria. 

Logo bem cedinho, ele avistou uma grande tribo... Queria correr, mas não tinhas pernas pra isso, queria gritar, mas não tinha voz, estava fraco, sem forças, então ele se arrastou, arrastou até que um bom índio que caçava por ali o encontrou e o levou para sua tribo.

Lá na tribo, ele foi para a oca do cacique onde foi cuidado pelo pajé da tribo. Logo que recuperou as forças, contou ao cacique o drama vivido pela sua tribo. O cacique chamou os velhos da tribo para ouvir a história. 

Paitacá contava com entusiasmo sobre a esperança de seu povo em receber ajuda para que pudessem viver, pois caso contrário eles iriam se extinguir. 

Os mais velhos ouviram o relato, alguns não deram crédito ao que o menino falava (ouvir menino? Por que não mandaram um guerreiro).

Mas eu sou um guerreiro – dizia Paitacá.

Outros da tribo, não queriam se comprometer, entrar em outra tribo, salvar aquele povo. Muitos foram saindo de mansinho, acomodados demais com sua vidinha.

Paitacá ficou triste, viu que não conseguiu tocar no coração daqueles homens para que eles pudessem ajudar sua tribo. Então se lembrou do símbolo do pescador de homens, tirou do pescoço, onde o símbolo estava perto do coração e falou do grande mestre. Disse que se eles, de fato, acreditavam no maior dos mestres, também deveriam ser pescadores, como ele, e levar a todo povo a mensagem de amor e fraternidade que ele ensinava. Perguntou a eles como podiam acreditar naquele pescador se não sabiam fazer como ele, não sabiam viver como ele, se não sabiam amar como ele. 

Neste momento, crianças, os índios mais sábios abriram os olhos, colocaram suas mãos na grande cruz e se lembraram dos ensinamentos do mestre que dizia que precisava deles para que outros povos pudessem ter esperança, ou seja, uma vida nova.

Imediatamente, chamaram os homens mais fortes da tribo, os melhores caçadores e os melhores pescadores, chamaram as mulheres que sabiam como tratar as sementes, os guerreiros que sabiam limpar os rios e trazer os peixes e as crianças que sabiam cuidar dos animais para que eles pudessem voltar à velha tribo. 

E assim se fez. Foram muitos para a tribo de Paitacá, muitos pescadores de homens para salvar a tribo da falta de esperança. 

Foram recebidos com festa e depois de uma grande conversa ao pé da fogueira, ensinaram o que sabiam; como deveriam viver daquele dia em diante, unidos, dividindo tudo entre eles, esquecendo o egoísmo e praticando a fraternidade. 

Todos entenderam e se colocaram ao trabalho. Em pouco tempo, os rios estavam limpos e bem cuidados, cheios de peixes, plantações se desdobravam nos horizontes, bichos de todas as espécies povoavam aquela mata. 

A tribo de pescadores de homens, então, viu por terminada, a missão. Despediu-se com grande festa e coroaram Paitacá como um grande menino guerreiro. 

A paz reinou na tribo e aqueles índios que agora estão lá, sabem perfeitamente de sua missão, também deverão ser pescadores de homens, ajudando a Jesus na sua missão.

Fonte de pesquisa (preces e leituras) - www.homilia.com.br

A transmissão da fé aos pequeninos


São Paulo escreve na Carta aos Romanos: "Acredita-se com o coração e, com a boca, faz-se a profissão de fé" (Rm 10, 10). Mas como desabrochar a fé a partir da infância?
Na Carta Apostólica Porta Fidei, escrita pelo Papa Bento XVI para o 'Ano da fé' (2012-2013), lemos que, a 'fé, que atua pelo amor' (Gl 5, 6),... muda toda a vida do homem (6). Ela cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido (7)... E o coração indica que o primeiro ato, pelo qual se chega à fé, é dom de Deus e ação da graça que age e transforma a pessoa até o mais íntimo dela mesma (10).
Frequentemente, ouvimos pessoas dizerem: eu não sei o que é fé, ou, a minha fé é muito pequena... E, então, podemos nos perguntar: será que a fé lhe foi transmitida? Ou, como ela foi alimentada ao longo da vida?
Se uma pessoa é batizada e faz a primeira Eucaristia aos dez anos, e só volta à Igreja depois de vinte anos para se casar, quão grande será a sua fé? Se a primeira e, talvez, a última vez que ela teve uma orientação cristã foi na sua primeira catequese, esse talvez seja o tamanho de sua fé: o tamanho da sua roupa de Primeira Eucaristia. Será que na hora de se casar, a roupa ou a fé estará condizente com o seu tamanho físico e emocional?
A Declaração Gravissimum Educationis, sobre Educação Cristã, promulgada no Concílio Vaticano II, afirma que "os pais devem ser para seus filhos os primeiros mestres da fé" (GE 2). E, o Documento 26 - Catequese Renovada – da CNBB (1983) concorda que ''a família cristã, pela graça sacramental do matrimônio tornada como que 'igreja doméstica', é lugar, por excelência, de Catequese, especialmente na primeira infância'' (121).
Portanto, os pais são os primeiros responsáveis pela transmissão da fé aos seus filhos. Cabe a eles os primeiros passos na caminhada cristã em casa, e depois no encaminhamento para a catequese que é uma educação da fé. E, à Igreja, cabe a responsabilidade de acolhê-los na iniciação cristã desde bem pequeninos, desde a mais tenra idade, até mesmo antes dos sete anos, tempo em que estão sendo formados o caráter, a personalidade, a afetividade e os valores que serão a base de suas condutas durante a vida; inseri-los numa catequese lúdica, orientando-os para a fé, o quanto antes, a partir do encontro com a pessoa de Jesus, Aquele que será o melhor amigo durante toda a vida, introduzindo-os na vida da comunidade e formando-os para uma vida cristã prática e atuante.
Segundo o Documento de Aparecida (2007), 'assumir essa iniciação cristã exige não só uma renovação de modalidade catequética da Paróquia... mas, desenvolver uma catequese que seja permanente, que continue o processo de amadurecimento da fé (cf.294), além de organizar novas formas que ajude o catequizando a valorizar o sentido da vida junto aos sacramentos, a participação na comunidade e o compromisso como cidadão, para que ele tenha a consciência de ser sal e fermento no mundo, com uma identidade cristã forte e segura (cf.286).
Rachel Lemos Abdalla é Fundadora e presidente da Associação católica Pequeninos do Senhor e Coordenadora da Catequese de família da paróquia Nossa Senhora das Dores em Campinas, São Paulo.

Homilia para o 5° Domingo Comum


A Vocação é Dom Deus 

Queridas irmãs, queridos irmãos em Cristo!
Neste domingo de carnaval a Igreja nos confronta com três leituras bíblicas mostrando como é possível mudar o rumo da própria história quando queremos resgatar realmente nossa vocação.
A primeira leitura descreve em termos a visão da majestade de Deus e o sentimento de Isaías quando tema consciência do seu chamado. A grandeza de Deus e a reverência temerosa do profeta nos são comunicados pela imagem do trono, dos serafins, do canto que proclama que Deus é Santo, Santo, Santo. 
Isaías tem receio. Sabe que não é puro o bastante para falar em nome de Deus. E quem o seria? Mas, não é Isaías que se purifica por conta própria. O mesmo Deus que dá a missão dá as condições e a graça para cumpri-la. Apoiado nessa graça é que Isaías pode dizer: Eis-me aqui! Enviai-me! 
Paulo reconhece um problema semelhante ao de Isaías. Anuncia o Cristo ressuscitado, mas afirma que não é digno de ser chamado apóstolo porque perseguiu a Igreja, apesar disso, Jesus quis contar com ele. Quem tornou Paulo digno de tal chamado? Ele mesmo responde: A graça de Deus fez de mim o que sou. 
Jesus chama Pedro para ser pescador de homens, usando como sinal a fartura de peixes em uma situação onde a experiência do pescador dizia que não era hora de pescar. Pedro, como Paulo e Isaías, reconhece que não está à altura da missão. Diz: “Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador”. Jesus lhe diz que não tenha medo, ele garante que a missão é possível. 
Como aconteceu com esses três, e tantos outros, Deus tem um chamado para nós. Esse chamado não necessita de visões de serafins, ou milagres especiais. Deus chama quem está atento à realidade e sabe ouvir o clamor da necessidade de tornar a vida melhor e mais humana para todos. Se nos oferecemos a serviço do Reino, o Senhor estará conosco. 
Com ele podemos pescar onde parece que não há peixe, podemos plantar justiça onde outros dizem que não adianta tentar, podemos levar fraternidade onde parece que a competição é a única lei que funciona. Jesus nos convida a ir mais longe e com a coragem de pescar de um jeito novo. Deus estará pescando conosco se nossas redes forem de fato lançadas em nome dos valores do Reino que Jesus anunciou.

Pe. Marcos Paulo Cestare de Souza

Evangelho Lucas 5,1-11


5º Domingo do Tempo Comum


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se ao seu redor para ouvir a palavra de Deus.
2Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes.
3Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões.
4Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”.
5Simão respondeu: “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”.
6Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam.7Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem.
8Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!”
9É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer.
10Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens”.
11Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Criança na missa


Uma das exigências da formação cristã é a prática das virtudes (Exortação Apostólica Catechesi Tradendae – Papa João Paulo II – 1979), e uma delas é a oração. Podemos ler isso na carta de São Paulo aos Romanos (12,12), na qual ele convida para que sejamos alegres na esperança e perseverantes na oração. Assim também devem ser as crianças, desde bem pequeninas!
Elas precisam crescer num ambiente onde a oração faz parte dos hábitos da família, e aprender que elas têm um compromisso com Deus, todos os finais de semana, na Missa.
Segundo o Catecismo, a educação da consciência é uma tarefa de toda a vida, e as crianças, desde os seus primeiros anos precisam ser alertadas para uma educação prudente que ensina as virtudes... (Cf. CIC 1784).
Quando seus pais as levam na Missa, eles estão cumprindo com a responsabilidade de cristãos que são, e as crianças vão formando, no inconsciente, os conceitos de perseverança na oração, de louvor a Deus, e de respeito aos Mandamentos, em especial ao 3º que é 'guardar os domingos e dias de festas para dar graças a Deus'.
A Igreja é o lugar onde se realiza a educação da fé das crianças pela catequese, portanto, precisa estar preparada para recebê-las e acolhê-las, também nas Missas, desde bem pequeninas, para que sejam inseridas na vida cristã a partir dos hábitos cristãos, inicialmente acompanhando seus pais, onde aprendem a rezar 'em comunidade' e ouvir os ensinamentos de Jesus.
Conforme a Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi (44), a catequese deve ser adaptada à idade, à cultura e à capacidade do catequizando, procurando sempre fazer com que ele grave na memória, na inteligência e no coração, as verdades essenciais que deverão permanecer durante toda a sua vida. E os catequistas devem ser bem preparados e demonstrar-se cuidadosos, procurando conhecer cada vez mais esta arte superior, indispensável e exigente da catequese.
Esta proposta de uma catequese-litúrgica para os pequeninos, que se dá no momento da Missa, requer também uma linguagem e um espaço adequados para que eles: vivenciem a comum união com os amiguinhos, 'onde a Palavra de Deus seja meditada na oração pessoal, atualizada na oração litúrgica e interiorizada em todo o tempo' (Cf. CIC 2688); partilhem o que aprendem e o que descobrem durante a semana; cresçam na fé ouvindo as histórias da vida de Jesus; e conheçam o Amor sentindo-se filhas de um Deus que também é Pai. E tudo isso de modo lúdico, apropriado e na linguagem delas, ou seja, brincando, caminhando passo a passo com Jesus, pelos evangelhos dominicais, enquanto são acolhidas nas missas.
A formação cristã das crianças menores está, primeiramente, nas mãos dos pais que devem perseverar com elas na oração, nos hábitos e nas virtudes cristãs; mas também sob os cuidados da Igreja que precisa apontar o Caminho que elas devem seguir, acolhendo-as assim como Jesus acolheu os pequeninos, os seus preferidos.
Escrito por Rachel Abdalla
Rachel Lemos Abdalla é Fundadora e presidente da Associação católica Pequeninos do Senhor e Coordenadora da Catequese de família da paróquia Nossa Senhora das Dores em Campinas, São Paulo.

http://www.abcdacatequese.com/index.php/evangelizacao/catequese/2207-crianca-na-missa